#43. Layla Carvalho – Da esterelização ao Zika

Escute: Spotify | iTunes | Google Podcasts | Deezer | CastBox | Soundcloud | Stitcher | RSS

Nessa semana, conversei com Layla Carvalho, que é doutora em Ciência Política pela USP e professora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Nossa conversa foi sobre a sua tese de doutorado intitulada Da esterilização ao Zika: interseccionalidade e transnacionalismo nas políticas de saúde para as mulheres.A partir do estudo de caso da elaboração do Programa de Assistência Integral a Saúde da Mulher, na década de 1980, da elaboração do Programa Rede Cegonha e da resposta brasileira à epidemia do vírus Zika, ambos na década de 2010, Layla analisa a maneira como os movimentos sociais e o Estado dialogam estrategicamente com os discursos transnacionais. Seu estudo contribui para uma visão mais crítica dos processos transnacionais, demonstrando como esses podem criar oportunidades políticas tanto para movimentos sociais quanto para o Estado. Contribui ainda para reforçar a importância de uma análise interseccional das políticas públicas. Além disso, conversamos sobre a pandemia da covid-19 e traçamos alguns paralelos com a epidemia do Zika.

O trabalho de Layla pode ser acessado gratuitamente aqui.

Redes Sociais

Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:
Twitter: @incendiadas
Facebook: /Incendiadas
Instagram: @larvasincendiadas
Site: http://www.larvasincendiadas.com
E-mail: larvasincendiadas@yandex.com
Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/
Instagram da Regina: @facreg

Apoio

Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

#41. Mariza Correa – Morte em Família

Escute: Spotify | iTunes | Google Podcasts | Deezer | CastBox | Soundcloud | Stitcher | RSS

Nessa semana, conversamos sobre o clássico livro Morte em Família, de Mariza Corrêa. Esse livro, publicado originalmente em 1983, foi fruto de sua pesquisa de mestrado em ciências sociais na UNICAMP, desenvolvida entre os anos de 1973 e 1975. Mariza analisou os processos judiciais de homicídio e tentativa de homicídio entre casais, que foram julgados pelo Tribunal do Juri de Campinas, entre os anos de 1952 e 1972. Sua pesquisa revela uma complexa dinâmica entre as regras formais do Direito e as normas sociais e de gênero. O que estava em julgamento ali não era apenas se uma violência havia ocorrido, mas uma disputa narrativa sobre a adequação das pessoas envolvidas a determinados papéis sociais e de gênero, de maneira que a violação a esses papeis parecia, de alguma forma, justificar a violação da Lei. Essas conclusões contribuíram para desbancar, no Brasil, o argumento da legítima defesa da honra, que foi frequentemente utilizado para absolver ou diminuir a pena de homens que cometiam violência doméstica. No entanto, as contribuições desse trabalho não se encerram por aí e, como vocês verão, ainda podemos aprender com Mariza sobre uma maneira mais densa e complexa de pensar sobre a violência, sobre a metodologia da pesquisa com processos judiciais e outros documentos oficiais, dentre outras tantas coisas.

Para realizar essa conversa, Regina Facchini e eu conversamos com Adriana Piscitelli, Larissa Nadai e Roberto Efrem Filho.

Esse episódio faz parte de uma parceria maravilhosa entre o Larvas Incendiadas, o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos Sobre Marcadores Sociais da Diferença, o NUMAS da USP e está sendo lançado simultaneamente em nosso feed no formato de áudio, no facebook do Pagu e no canal de youtube do NUMAS, no formato vídeo.

Redes Sociais

Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:
Twitter: @incendiadas
Facebook: /Incendiadas
Instagram: @larvasincendiadas
Site: http://www.larvasincendiadas.com
E-mail: larvasincendiadas@yandex.com
Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/
Instagram da Regina: @facreg

Apoio

Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

#40. Daniela Rezende – Mulheres, partidos e ciência política

Escute: Spotify | iTunes | Google Podcasts | Deezer | CastBox | Soundcloud | Stitcher | RSS

Nessa semana, conversei com Daniela Leandro Rezende, que é doutora em Ciência Política pela UFMG e professora da Universidade Federal de Viçosa. Experimentei nesse episódio um novo formato, um pouco mais livre que os tradicionais. Começamos conversando sobre os estudos de gênero e sexualidade na Ciência Política. Abordamos os desafios e resistências dessa área aos nossos temas de pesquisa, mas também sobre como algumas brechas foram e ainda tem sido produzidas. Depois, Daniela nos contou um pouco sobre as pesquisas sobre mulheres e partidos políticos no Brasil e mais especificamente sobre seu recente trabalho que investiga o funcionamento e os efeitos dos departamentos ou setoriais de mulheres nos partidos. Daniela ainda comentou sobre a recente decisão do TSE que recomenda a adoção de cotas de 30% para as candidaturas aos cargos internos aos partidos. Por fim, conversamos brevemente sobre a Rede de Pesquisas em Feminismos e Política, que busca reunir e fomentar pesquisadoras da Ciência Política e áreas afins que trabalham sobre feminismo, gênero e sexualidade.

Antes de passar para o episódio, tenho alguns recadinhos. Sei que vocês já devem estar sentindo saudades de episódios com a Regina, mas em breve ela volta. Nesse período de quarentena ela, em parceria com a Carol Parreiras, tem tocado um projeto maravilhoso que é o ciclo de debates Gênero e Desigualdades, que vai ao ar toda semana simultaneamente na página do facebook do núcleo Pagu, da UNICAMP, e no youtube do NUMAS, da USP. Alguns desses debates ocorrerão em parceria conosco e se tornarão episódios aqui.

O livro Feminismos em Rede, mencionado no episódio pode ser adquirido no site da editora Zouk.

Redes Sociais

Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:
Twitter: @incendiadas
Facebook: /Incendiadas
Instagram: @larvasincendiadas
Site: http://www.larvasincendiadas.com
E-mail: larvasincendiadas@yandex.com
Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/
Instagram da Regina: @facreg

Apoio

Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

#34. Elisabeth Cardoso & Liliam Telles – Sem feminismo não há agroecologia

Escute: Spotify | iTunes | Google Podcasts | Deezer | CastBox | Soundcloud | Stitcher | RSS

O episódio dessa semana é um repost do Olhares Podcast. Quando a Aline Hack me avisou que iria passar suas férias em Viçosa (Minas Gerais), e que iria gravar com a Elisabeth Cardoso, eu fiquei tão feliz com a ideia que fui logo avisando: eu vou querer respostar esse episódio! Depois que escutei o episódio pronto, tive ainda mais certeza que precisava compartilhar com vocês.

A Aline conversou com a Elisabeth Cardoso e a Liliam Telles. A Elisabeth é agrônoma do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA ZM) e parte do grupo de trabalho de mulheres na Articulação Nacional de Agroecologia (ANA). A Liliam é militante da Marcha Mundial das Mulheres, engenheira florestal, integrante do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata e também compõe o GT de mulheres da ANA.

A agroecologia é produção de conhecimento e movimento social ao mesmo tempo, defendendo um outro modo de produção agrícola e de relação com o alimento, o território e o mundo. Falando assim parece algo utópico, mas é uma realidade em diversos lugares do mundo, inclusive alguns bem próximos de nós. Além disso, como perceberemos nesse episódio as mulheres tem um lugar central na agroecologia.

O episódio inteiro está muito bom, mas eu gostaria que vocês dessem especial atenção ao momento que a Elisabeth fala das Cadernetas Agroecológicas. Esse instrumento, para mim, é genial. Além de ter sido uma excelente ferramenta de pesquisa, é política pura. Por meio da anotação cotidiana do que as mulheres consumiam, vendiam, doavam ou trocavam, essa caderneta deu visibilidade ao valor daquilo que as mulheres produzem em seus quintais, criando reconhecimento para um trabalho que é quase sempre não considerado. Isso ajuda a avançar no conhecimento sobre a vida das mulheres e sobre a produção de renda nessas famílias, mas também efetivamente empodera as mulheres que participaram da pesquisa. Você pode baixar o relatório da pesquisa com as cadernetas no site do CTA ZM: https://ctazm.org.br/bibliotecas/caderneta-agroecologica-e-os-quintais-270.pdf

Agradeço enormemente à Aline Hack, do Olhares Podcast, pela autorização para repostar esse episódio. Aliás, se você que está ouvindo aqui ainda não é ouvinte do Olhares, corre e assina o feed lá também.

Redes Sociais

Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:
Twitter: @incendiadas
Facebook: /Incendiadas
Instagram: @larvasincendiadas
Site: http://www.larvasincendiadas.com
E-mail: larvasincendiadas@yandex.com
Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/
Instagram da Regina: @facreg

Siga também o Olhares:
Twitter: https://twitter.com/olharespodcast
Facebook: https://www.facebook.com/olharespodcast
Instagram: https://www.instagram.com/olharespodcast/

Apoio

Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

#31 Benedito Medrado – Ativismos e estudos de masculinidades no Brasil

Escute: Spotify | iTunes | Google Podcasts | Deezer | CastBox | Soundcloud | Stitcher | RSS

Depois de um período de férias, retornarmos as atividades e com mais energia do que nunca. Para começar 2020, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Essa semana, Regina Facchini conversou com Benedito Medrado que é professor do Departamento de Psicologia da UFPE. A conversa costurou um balanço dos estudos de masculinidade do Brasil com a história do Instituto Papai, uma organização pioneira nos trabalhos sobre masculinidades na América Latina e que no último 10 de janeiro comemorou 23 anos de atuação.

Antes de passar para nossa conversa, temos alguns lembretes e avisos. Em 2020, continuaremos publicando nossos episódios quinzenais às quartas-feiras. Nosso trabalho é e sempre será disponível gratuitamente para todas as pessoas. Se você gosta dos nossos episódios, ajude compartilhando com amigos e amigas, comentando nas redes sociais ou se tornando um dos nossos financiadores. Você encontra mais informações na aba apoie de nosso site.

O Larvas faz parte do Portal Desaprender, uma rede de podcasts que abordam o tema da educação por diversas perspectivas. Além de nós, integra o Desaprender o Entre Fraldas e o Dadtalks, dois podcasts sobre paternidade e que tem tudo a ver com esse nosso episódio.

Também fazemos parte da recém criada rede LGBTPodcasters para fortalecer e divulgar podcasts feitos por e para pessoas LGBT. Procure pela #lgbtpodcasters nas redes sociais para encontrar os conteúdos de nossos podcasts parceiros.

Por fim, gostaríamos de agradecer publicamente ao Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (NEPEM) da UFMG e o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da UNICAMP. A parceria com esses núcleos tem sido fundamental para o sucesso de nosso podcast.

Redes Sociais

Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:
Twitter: @incendiadas
Facebook: /Incendiadas
Instagram: @larvasincendiadas
Site: http://www.larvasincendiadas.com
E-mail: larvasincendiadas@yandex.com
Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/
Instagram da Regina: @facreg

Apoio

Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

#30 Maíra Moreira – O feminismo é feminino?

Escute: Spotify | iTunes | Google Podcasts | Deezer | CastBox | Soundcloud | Stitcher | RSS

Nessa semana, conversamos com Maíra Marcondes Moreira que é psicóloga, mestra em psicologia pela UFMG e doutoranda em processos psicossociais pela PUC Minas. Nossa conversa foi sobre seu livro O Feminismo é Feminino? A inexistência da mulher e a subversão da identidade, publicado pela editora Annablume.  Com essa pergunta instigante e com diversos sentidos possíveis, Maíra se propõe a fazer uma aproximação entre a psicanálise lacaniana, em especial a noção de feminino em Lacan, com a teoria queer da filosofa feminista Judith Butler. É um trabalho que busca, a partir dessa dupla aproximação, repensar os modos contemporâneos de se fazer política e expandir os nossos horizontes de possibilidades.

O livro de Maíra pode ser comprado no site da editora.

Avisos

Com esse episódio, nos despedimos de 2019. Foi um ano muito intenso para nós. Foram 28 episódios, divulgando algumas das melhores pesquisas recentes em gênero e sexualidade. Alcançamos todos os estados do Brasil e mais de 14 países estrangeiros. E isso só em nosso primeiro ano de existência. Agora, vamos dar um pequeno intervalo para descansar, mas não se esqueçam da gente! Em janeiro retornaremos com novos episódios para vocês.

Redes Sociais

Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:
Twitter: @incendiadas
Facebook: /Incendiadas
Instagram: @larvasincendiadas
Site: http://www.larvasincendiadas.com
E-mail: larvasincendiadas@yandex.com
Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/
Instagram da Regina: @facreg

Apoio

Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

#21 Gab Lamounier – Pessoas LGBT encarceradas

Escute: Spotify | iTunes | Google Podcasts | Deezer | CastBox | Soundcloud | Stitcher | RSS

Nesta semana, conversamos com Gab Lamounier, que é psicólogo e mestra em psicologia pela UFMG. Seu trabalho é uma análise transviada da pioneira política de Alas LGBT no Sistema Prisional de Minas Gerais. Por meio da ida semanal na ala de Vespasiano, da interação com as pessoas encarceradas, da entrevista com gestores e da análise dos documentos e normativas que regem a política, Gab descreve e analisa as relações de poder que atravessam aquele lugar bastante peculiar, revelando as violências e também as resistências que ali ocorrem. É um convite para repensarmos a política das alas tendo em vista a sua melhora, mas sem perder o horizonte da abolição das prisões.

Você pode baixar gratuitamente a íntegra do trabalho aqui.
Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:
Twitter: @incendiadas
Facebook: /Incendiadas
Site: http://www.larvasincendiadas.com
E-mail: larvasincendiadas@yandex.com
Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/

Siga Gab no instagram: @comtato.gab

Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

#20 Marco Prado & Sonia Corrêa – Retratos da cruzada antigênero

Escute: Spotify | iTunes | Google Podcasts | Deezer | CastBox | Soundcloud | Stitcher | RSS

Nesta semana, Thiago Coacci e Regina Facchini entrevistaram Marco Aurélio Máximo Prado e Sonia Corrêa sobre o dossiê Retratos transnacionais e nacionais das cruzadas antigênero que organizaram para a Revista Psicologia Política. Esse dossiê reúne diversos artigos que oferecem desde uma genealogia do que temos chamado de “ideologia de gênero” até alguns estudos de caso de como esse fenômeno têm operado na Europa e no Brasil. É uma contribuição importante para entendermos o momento político que passamos em nosso país e também no mundo. Como o assunto é bastante complexo e longo, faremos um segundo episódio aprofundando no tema.

O dossiê pode ser lido gratuitamente no site: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1519-549X20180003&lng=pt&nrm=iso

Temos também uma novidade. Fizemos uma parceria com a antropológa Regina Facchini, que é pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP. A partir de hoje, Regina colaborará com alguns episódios.
Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:
Twitter: @incendiadas
Facebook: /Incendiadas
Site: http://www.larvasincendiadas.com
E-mail: larvasincendiadas@yandex.com
Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/

Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

#19 Letícia Barreto – Movimento Organizado de Prostitutas

Escute: Spotify | iTunes | Google Podcasts | Deezer | CastBox | Soundcloud | Stitcher | RSS

Nesta semana, conversamos com Letícia Cardoso Barreto que é psicóloga e doutora em Ciências Humanas pela UFSC. Seu trabalho resgata e sistematiza a história do movimento de prostitutas de Belo Horizonte e do Brasil, bem como o conhecimento produzido sobre a prática do trabalho sexual. Ao fazer essa imersão quase arqueológica, Letícia se interessa por analisar as diferentes relações entre feminismos e prostituição que emergem. É uma contribuição importante para conhecermos mais sobre esse movimento social e essa população que paradoxalmente está tão visível nas ruas das grandes cidades, mas que tão pouco tem sua voz ouvida.

Referências e indicações mencionadas no episódio:
Letícia Barreto, Somos sujeitas políticas de nossa própria história”: prostituição e feminismos em Belo Horizonte
Jornal Beijo da Rua
Flávia Teixeira, L’italia dei divietti
Carole Vance, States of Contradiction
Monique Prada, Putafeminista
Amara Moira, E se eu fosse pura

Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:
Twitter: @incendiadas
Facebook: /Incendiadas
Site: http://www.larvasincendiadas.com
E-mail: larvasincendiadas@yandex.com
Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/

Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑