#27 Néstor Perlongher – O negócio do michê, com Julio Simões

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No episódio de hoje, Regina Facchini entrevistou Júlio Simões, que é antropólogo, professor da Universidade de São Paulo e pesquisador do NUMAS  – Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença. A conversa foi sobre o clássico livro O Negócio do Michê, do poeta e antropólogo argentino Néstor Perlongher. Entre os anos de 1982 e 1985, Perlongher se jogou nas ruas de São Paulo para etnografar a prostituição viril que ali ocorria, buscando analisar as dinâmicas de poder e desejo que atravessavam essa prática, além dos processos de territorialização e desterritorialização do espaço urbano, dos corpos e das identidades. Esse rico trabalho até hoje influencia diversos campos do saber como a antropologia urbana e os estudos de gênero e sexualidade.

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#26 LGBT no Podcast (Com POC de Cultura, Podcastão e Santíssima Trindade das Perucas)

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O episódio de hoje é bem diferente do nosso padrão. Se você acompanha nossas redes sociais, você já sabe que fomos convidados pelo Spotify para participar do #SpotifyForPodcastersSummit. Foi um encontro enorme que reuniu podcasters do país inteiro durante dois dias. E lá, nós participamos da gravação desse episódio que você vai ouvir agora, um crossover com o POC de Cultura, o Podcastão e o Santíssima Trindade das Perucas. Quatro podcasts maravilhosos, gravando juntos e conversando sobre como é ser LGBT e produzir essa mídia. Foi muito divertido, espero que vocês gostem. Fique agora com a nossa conversa.

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POC de Cultura

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Podcastão

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Santíssima Trindade das Perucas

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#25 James Green – Além do carnaval

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Nesta semana, inauguramos uma nova linha de episódios chamada Incendiando os clássicos em que divulgaremos trabalhos que ajudaram a fundar ou que de alguma maneira marcaram o nosso campo de estudos de gênero e sexualidade no Brasil. Incendiar os clássicos, como quero fazer aqui, deve ser entendido numa chave de colocá-los em movimento e de renovação, de fazê-los circular e aprendermos mais uma vez com eles, sem que isso signifique sacralizar esses textos. Afinal, a renovação pelo fogo é sempre um pouco de destruição.

Para inaugurar o Incendiando os clássicos, conversei com James Green, que é historiador e professor de História da América Latina da Brown University. Nossa conversa foi sobre seu livro Além do Carnaval: a homossexualidade masculina no Brasil do século XX, publicado pela editora UNESP. Por meio de uma pesquisa em jornais, arquivos médicos e policiais e uma miriade de entrevistas, James reconstrói e analisa as sociabilidades, as resistências e as opressões enfrentadas pelos homens homossexuais do Rio de Janeiro e São Paulo no longo período que vai do final do século XIX até o início da década de 1980. Além do Carnaval é um rico trabalho que costura o cotidiano com as grandes tendências sociais e políticas de cada momento. Em função desse amplo recorte temporal, contribui também para demonstrar as mudanças ao longo do tempo nas maneiras como compreendemos a sexualidade, nos identificamos e nos organizamos. Ainda hoje, esse trabalho é uma das principais fontes sobre a história da homossexualidade no Brasil.

Após um tempo esgotado nas livrarias, a editora da UNESP lançou uma segunda edição. Você pode adquirir o livro no site da editora: http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539307937,alem-do-carnaval-2-edicao

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#24 Sonia Corrêa & Marco Prado – Retratos da cruzada antigênero parte 2

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Nesta semana, damos continuidade ao debate sobre os retratos transnacionais da cruzada antigênero. Thiago e Regina Facchini conversaram com o Marco Aurélio Máximo Prado, do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos LGBT da UFMG, e Sônia Correa, do Sexuality Policy Watch. Caso ainda não tenha ouvido o primeiro episódio dessa nossa sequência, corre lá e ouça. Lá oferecemos uma genealogia do que vem hoje sendo chamado de “ideologia de gênero” (sempre entre aspas) e traçamos um breve panorama dessa ofensiva na Europa ocidental. Nessa segunda parte, Sonia e Marco nos explicaram com mais detalhes os aspectos conceituais e os parâmetros analíticos que são necessários para corretamente compreender esse fenômeno. Além disso, compararam as experiências da Europa com as da América Latina, demonstrando as diferenças e aproximações dos casos.

O dossiê que baseia a nossa conversa pode ser lido gratuitamente no site da Revista Psicologia Política: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1519-549X20180003&lng=pt&nrm=iso

Além disso, recomendamos fortemente que você vá ao site do SPW e confira os materiais que vem sendo produzidos a partir do projeto de investigação sobre a ofensiva antigênero na América Latina: https://sxpolitics.org/GPAL/

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#23 Camila Pierobon – Tempos que duram, lutas que não acabam

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Nesta semana, Regina Facchini conversou com Camila Pierobon que é cientista social pela UEL, mestra e doutora em Ciências Sociais pela UERJ. Atualmente realiza seu pós-doutorado no CEBRAP. A conversa foi sobre sua tese de doutorado Tempos que duram, lutas que não acabam: o cotidiano de Leonor e sua ética de combate. A partir do cotidiano de Leonor, uma mulher idosa moradora de uma ocupação no centro da cidade do Rio de Janeiro, Camila analisa o as temporalidades e as memórias de dor e sofrimento; a ética e o trabalho do cuidado; a precariedade infraestrutural da moradia e as relações que Eleonor e a ocupação desenvolvem com o Estado. Fique agora com a nossa conversa.

Você pode ler a tese gratuitamente aqui.

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#22 Gleicy Mailly da Silva – Feminismos negros, estética e consumo

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Nesta semana, conversamos com Gleicy Mailly da Silva, que é antropóloga, mestra e doutora em antropologia. Atualmente, realiza seu pós-doutorado no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu recente artigo Corpo, política e emoção: feminismos, estética e consumo entre mulheres negras, publicado na revista Horizontes Antropológicos. A partir de uma etnografia realizada no ateliê Xongani, uma marca de moda afro, seu trabalho analisa um complexo trançado entre consumo, feminismo negro, redes sociais e outros fios que atravessam a diversidade de atividades político-identitárias protagonizadas por mulheres negras na atualidade.

Você pode ler o artigo gratuitamente aqui.

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#21 Gab Lamounier – Pessoas LGBT encarceradas

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Nesta semana, conversamos com Gab Lamounier, que é psicólogo e mestra em psicologia pela UFMG. Seu trabalho é uma análise transviada da pioneira política de Alas LGBT no Sistema Prisional de Minas Gerais. Por meio da ida semanal na ala de Vespasiano, da interação com as pessoas encarceradas, da entrevista com gestores e da análise dos documentos e normativas que regem a política, Gab descreve e analisa as relações de poder que atravessam aquele lugar bastante peculiar, revelando as violências e também as resistências que ali ocorrem. É um convite para repensarmos a política das alas tendo em vista a sua melhora, mas sem perder o horizonte da abolição das prisões.

Você pode baixar gratuitamente a íntegra do trabalho aqui.
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#20 Marco Prado & Sonia Corrêa – Retratos da cruzada antigênero

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Nesta semana, Thiago Coacci e Regina Facchini entrevistaram Marco Aurélio Máximo Prado e Sonia Corrêa sobre o dossiê Retratos transnacionais e nacionais das cruzadas antigênero que organizaram para a Revista Psicologia Política. Esse dossiê reúne diversos artigos que oferecem desde uma genealogia do que temos chamado de “ideologia de gênero” até alguns estudos de caso de como esse fenômeno têm operado na Europa e no Brasil. É uma contribuição importante para entendermos o momento político que passamos em nosso país e também no mundo. Como o assunto é bastante complexo e longo, faremos um segundo episódio aprofundando no tema.

O dossiê pode ser lido gratuitamente no site: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1519-549X20180003&lng=pt&nrm=iso

Temos também uma novidade. Fizemos uma parceria com a antropológa Regina Facchini, que é pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP. A partir de hoje, Regina colaborará com alguns episódios.
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#19 Letícia Barreto – Movimento Organizado de Prostitutas

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Nesta semana, conversamos com Letícia Cardoso Barreto que é psicóloga e doutora em Ciências Humanas pela UFSC. Seu trabalho resgata e sistematiza a história do movimento de prostitutas de Belo Horizonte e do Brasil, bem como o conhecimento produzido sobre a prática do trabalho sexual. Ao fazer essa imersão quase arqueológica, Letícia se interessa por analisar as diferentes relações entre feminismos e prostituição que emergem. É uma contribuição importante para conhecermos mais sobre esse movimento social e essa população que paradoxalmente está tão visível nas ruas das grandes cidades, mas que tão pouco tem sua voz ouvida.

Referências e indicações mencionadas no episódio:
Letícia Barreto, Somos sujeitas políticas de nossa própria história”: prostituição e feminismos em Belo Horizonte
Jornal Beijo da Rua
Flávia Teixeira, L’italia dei divietti
Carole Vance, States of Contradiction
Monique Prada, Putafeminista
Amara Moira, E se eu fosse pura

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