#42. Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris

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Nessa semana, para celebrar o Orgulho LGBT+, conversei com Regina Facchini sobre o seu clássico livro Sopa de Letrinhas: movimento homossexual e produção de identidades coletivas nos anos 90. Por meio de uma etnografia do grupo CORSA, de São Paulo, realizada entre os anos de 1997 e 2001, e a análise de vasto material documental, Facchini analisou os processos de construção e reconstrução das identidades coletivas do movimento que hoje chamamos de LGBT ou até mesmo de LGBTQIA+. O Sopa é provavelmente mais conhecido pela maneira como organizou a história do movimento LGBT em três ondas distintas, mas mais do que recontar essa história, observar a dança das letrinhas permite analisar uma série de disputas e relações tanto internas ao movimento quanto externas e que envolvem distintos projetos políticos, conexões com organizações internacionais, com o mercado e também com o Estado. É no meio desse processo e atravessado por todos esses fios que as identidades L, G, B e T se constituem e se reconfiguram, nunca como algo essencial, mas sempre relacional.

Esse episódio faz parte campanha #AlémDoArcoÍris que busca incentivar cada vez mais a participação de pessoas LGBTQIA+ na podosfera. A campanha é uma iniciativa da rede #LGBTPodcasters, que nós dos Larvas também participamos.

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#41. Mariza Correa – Morte em Família

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Nessa semana, conversamos sobre o clássico livro Morte em Família, de Mariza Corrêa. Esse livro, publicado originalmente em 1983, foi fruto de sua pesquisa de mestrado em ciências sociais na UNICAMP, desenvolvida entre os anos de 1973 e 1975. Mariza analisou os processos judiciais de homicídio e tentativa de homicídio entre casais, que foram julgados pelo Tribunal do Juri de Campinas, entre os anos de 1952 e 1972. Sua pesquisa revela uma complexa dinâmica entre as regras formais do Direito e as normas sociais e de gênero. O que estava em julgamento ali não era apenas se uma violência havia ocorrido, mas uma disputa narrativa sobre a adequação das pessoas envolvidas a determinados papéis sociais e de gênero, de maneira que a violação a esses papeis parecia, de alguma forma, justificar a violação da Lei. Essas conclusões contribuíram para desbancar, no Brasil, o argumento da legítima defesa da honra, que foi frequentemente utilizado para absolver ou diminuir a pena de homens que cometiam violência doméstica. No entanto, as contribuições desse trabalho não se encerram por aí e, como vocês verão, ainda podemos aprender com Mariza sobre uma maneira mais densa e complexa de pensar sobre a violência, sobre a metodologia da pesquisa com processos judiciais e outros documentos oficiais, dentre outras tantas coisas.

Para realizar essa conversa, Regina Facchini e eu conversamos com Adriana Piscitelli, Larissa Nadai e Roberto Efrem Filho.

Esse episódio faz parte de uma parceria maravilhosa entre o Larvas Incendiadas, o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos Sobre Marcadores Sociais da Diferença, o NUMAS da USP e está sendo lançado simultaneamente em nosso feed no formato de áudio, no facebook do Pagu e no canal de youtube do NUMAS, no formato vídeo.

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#39. Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice

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Nessa semana, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Incendiar os clássicos, como quero fazer aqui, deve ser entendido numa chave de renovação, de fazer com que circulem uma vez mais para que possamos continuar a aprender com eles, sem que isso signifique uma sacralização. Afinal, a renovação pelo fogo é sempre um pouco de destruição.

Convidei Guilherme Passamani, que é professor da UFMS, para entrevistar a antropóloga Guita Grin Debert sobre seu clássico livro A Reinvenção da Velhice: Socialização e Processos de Reprivatização do Envelhecimento. Por meio da análise de políticas públicas e do discurso da gerontologia, Guita investigou as mudanças na construção social da velhice no Brasil, da década de 1990, argumentando pela existência de um processo complexo e paradoxal que por um lado constrói uma ideia positiva e de ganhos da velhice e, por outro, a recoloca como uma responsabilidade individual de sujeitos que supostamente teriam “falhado” em manter seus corpos jovens e saudáveis. Apesar do livro não ter como eixo central o gênero, a obra e a pesquisadora influenciaram e ainda influenciam nosso campo de estudos, sendo peça fundamental para disparar uma série de pesquisas recentes sobre gênero, sexualidade e envelhecimento.

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#37. Larissa Pelúcio – Amor em tempos de aplicativos

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Nessa semana, conversamos com a antropóloga Larissa Pelúcio, que é professora da Universidade Estadual Paulista, a UNESP, campus Bauru. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro Amor em Tempos de Aplicativo – Masculinidades Heterossexuais e a nova economia do desejo, publicado pela editora Annablume. A partir de uma série de relações construídas por meio dos aplicativos Adote um Cara, Happn e Tinder, Larissa buscou analisar as maneiras como os afetos, o amor e as masculinidades se transformaram na atualidade, seja pela onipresença das mídias sociais digitais como mediadoras das nossas relações, ou seja por outras mudanças sociais como a emergência pública do discurso feminista e a penetração da lógica neoliberal na esfera social e da intimidade.

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#27 Néstor Perlongher – O negócio do michê, com Julio Simões

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No episódio de hoje, Regina Facchini entrevistou Júlio Simões, que é antropólogo, professor da Universidade de São Paulo e pesquisador do NUMAS  – Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença. A conversa foi sobre o clássico livro O Negócio do Michê, do poeta e antropólogo argentino Néstor Perlongher. Entre os anos de 1982 e 1985, Perlongher se jogou nas ruas de São Paulo para etnografar a prostituição viril que ali ocorria, buscando analisar as dinâmicas de poder e desejo que atravessavam essa prática, além dos processos de territorialização e desterritorialização do espaço urbano, dos corpos e das identidades. Esse rico trabalho até hoje influencia diversos campos do saber como a antropologia urbana e os estudos de gênero e sexualidade.

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#22 Gleicy Mailly da Silva – Feminismos negros, estética e consumo

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Nesta semana, conversamos com Gleicy Mailly da Silva, que é antropóloga, mestra e doutora em antropologia. Atualmente, realiza seu pós-doutorado no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu recente artigo Corpo, política e emoção: feminismos, estética e consumo entre mulheres negras, publicado na revista Horizontes Antropológicos. A partir de uma etnografia realizada no ateliê Xongani, uma marca de moda afro, seu trabalho analisa um complexo trançado entre consumo, feminismo negro, redes sociais e outros fios que atravessam a diversidade de atividades político-identitárias protagonizadas por mulheres negras na atualidade.

Você pode ler o artigo gratuitamente aqui.

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#15 Silvia Aguião – A coprodução das políticas e sujeitos LGBT

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Conversamos hoje com Silvia Aguião, que é doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu livro Fazer-se no Estado: uma etnografia sobre o processo de constituição dos “LGBT” como sujeitos de direitos no Brasil contemporâneo, publicado pela Editora da UERJ em 2018. Seu trabalho é uma análise rica do processo de coprodução de sujeitos, direitos e políticas públicas LGBT que ocorreu entre os anos 2000 e início da década de 2010. Infelizmente, o livro já se encontra esgotado no site da editora, mas em breve estará disponível gratuitamente no scielo books.

Gostaríamos de lembrar da nossa parceria com a Editora Devires e a loja Queer Livros. Ao comprar um livro com o nosso link, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você utilizar esse link aqui: http://fmais.co/?aff=547191

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