#36. Gabriel Galil – Direitos LGBTI na ONU

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Nessa semana, conversamos com Gabriel Galil que é advogado, mestre em Direito Internacional pela UERJ e consultor em Direito Internacional. Nossa conversa foi sobre sua dissertação intitulada Fora do armário, além das fronteiras: a proibição de discriminação com base em orientação sexual e identidade de gênero no sistema global de direitos humanos e que em breve será lançada como livro pela editora Lumen Juris. Apesar da inexistência de tratados internacionais que explicitamente prevejam proteções com base em orientação sexual e identidade de gênero, poderíamos afirmar que essa proteção existe no Direito Internacional? É com essa pergunta de partida que Gabriel vai se debruçar sobre os debates e produções normativas da ONU analisando em que medida nas últimas décadas vai se criando um costume internacional que serviria como fonte do direito para a proteção das pessoas LGBTI no mundo.

Queria ainda deixar aqui um abraço carinhoso para todas as pessoas que estão ouvindo esse episódio nesse momento difícil em que estamos vivendo. Espero que a minha voz e a do Gabriel possam te fazer companhia no isolamento ou no trabalho, e permita, ao menos por alguns minutos, espairecer.

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#35. Cristiano Rodrigues – Afro-latinos em movimento

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Nessa semana, conversamos com Cristiano Rodrigues que é doutor em Sociologia pelo IESP/UERJ e professor do Departamento de Ciência Política da UFMG. Nossa conversa foi sobre seu mais novo livro Afro-Latinos em Movimento: Protesto Negro e Ativismo Institucional no Brasil e na Colômbia. Em seu trabalho, Cristiano analisa e compara as formas de organização, estratégias de ação e relação com o Estado dos movimentos negros do Brasil e da Colômbia, entre as décadas de 1970 e meados de 2010. É um trabalho interessantíssimo e que se diferencia de outros por comparar dois casos latino-americanos e por se interessar em analisar as relações entre movimentos sociais, Estado e a produção de conhecimento sobre pessoas negras.

O livro está a venda no site da editora e outras plataformas virtuais.

Antes de passar para a conversa, temos alguns avisos. Estamos mudando o servidor onde o Larvas é hospedado e isso pode causar alguns inconvenientes para algumas pessoas nas próximas semanas. Caso você pare de receber atualização dos nossos episódios, verifique se o seu agregador atualizou para o nosso novo feed.

Além disso, estamos sorteando uma cópia do livro assinada por Cristiano. Para participar, vá em nosso instagram, comente no post do episódio e marque duas pessoas. O resultado do sorteio será divulgado na segunda-feira, dia 30 de março de 2020.

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#34. Elisabeth Cardoso & Liliam Telles – Sem feminismo não há agroecologia

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O episódio dessa semana é um repost do Olhares Podcast. Quando a Aline Hack me avisou que iria passar suas férias em Viçosa (Minas Gerais), e que iria gravar com a Elisabeth Cardoso, eu fiquei tão feliz com a ideia que fui logo avisando: eu vou querer respostar esse episódio! Depois que escutei o episódio pronto, tive ainda mais certeza que precisava compartilhar com vocês.

A Aline conversou com a Elisabeth Cardoso e a Liliam Telles. A Elisabeth é agrônoma do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA ZM) e parte do grupo de trabalho de mulheres na Articulação Nacional de Agroecologia (ANA). A Liliam é militante da Marcha Mundial das Mulheres, engenheira florestal, integrante do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata e também compõe o GT de mulheres da ANA.

A agroecologia é produção de conhecimento e movimento social ao mesmo tempo, defendendo um outro modo de produção agrícola e de relação com o alimento, o território e o mundo. Falando assim parece algo utópico, mas é uma realidade em diversos lugares do mundo, inclusive alguns bem próximos de nós. Além disso, como perceberemos nesse episódio as mulheres tem um lugar central na agroecologia.

O episódio inteiro está muito bom, mas eu gostaria que vocês dessem especial atenção ao momento que a Elisabeth fala das Cadernetas Agroecológicas. Esse instrumento, para mim, é genial. Além de ter sido uma excelente ferramenta de pesquisa, é política pura. Por meio da anotação cotidiana do que as mulheres consumiam, vendiam, doavam ou trocavam, essa caderneta deu visibilidade ao valor daquilo que as mulheres produzem em seus quintais, criando reconhecimento para um trabalho que é quase sempre não considerado. Isso ajuda a avançar no conhecimento sobre a vida das mulheres e sobre a produção de renda nessas famílias, mas também efetivamente empodera as mulheres que participaram da pesquisa. Você pode baixar o relatório da pesquisa com as cadernetas no site do CTA ZM: https://ctazm.org.br/bibliotecas/caderneta-agroecologica-e-os-quintais-270.pdf

Agradeço enormemente à Aline Hack, do Olhares Podcast, pela autorização para repostar esse episódio. Aliás, se você que está ouvindo aqui ainda não é ouvinte do Olhares, corre e assina o feed lá também.

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#32. Fernanda Benvenutty [Memória LGBTI]

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O episódio de hoje é uma homenagem a Fernanda Benvenutty, travesti, paraibana, ativista, mãe, técnica de enfermagem e carnavalesca. Fernanda nos deixou no domingo, dia 02 de fevereiro de 2020, entre o carnaval e o dia da visibilidade trans, duas datas que tanto marcaram quanto foram marcadas por ela.

A forma que temos de homenagear Fernanda é fazendo sua voz ser ouvida mais uma vez, para que ecoe e possamos aprender com a sua experiência. É difícil apresentar Fernanda, pois essa foi e fez muitas coisas em sua vida. Nasceu no interior da Paraíba na década de 1960, saiu de casa ainda adolescente, trabalhou de doméstica, babá, artista circense e tantas outras profissões para sobreviver. Estudou técnica de enfermagem e se tornou parteira, trabalhou em diversos hospitais e dedicou muito da sua vida à luta pela saúde pública.

Na militância, teve importância em seu estado e também em âmbito nacional. Em outubro de 2002 fundou a ASTRAPA – Associação de Travestis e Transexuais da Paraíba, organização que até hoje existe e atua naquele estado na defesa dos direitos das pessoas trans. Durante os anos de 2004 a 2008 se tornou vice-presidenta da ANTRA – Associação Nacional de Travestis e Transexuais. Representando a ANTRA participou da elaboração do Programa Brasil Sem Homofobia, do Processo Transexualizador e de tantas outras políticas públicas para a população LGBT. Acreditava na ocupação dos espaços institucionais como forma de promover mudanças sociais mais amplas e por mais de uma vez se lançou candidata pelo Partido dos Trabalhadores. Seu legado para esse país é amplo e não será esquecido.

Selecionei algumas gravações de falas da Fernanda que assisti para compartilhar com vocês. São falas que a ativista fez durante eventos públicos que acompanhei e gravei para a minha pesquisa de doutorado. Mais especificamente, estou utilizando um pedaço de uma fala feita no XXII ENTLAIDS, realizado no ano de 2017, na cidade de Teresina (PI). E dois pedaços de falas que Fernanda fez, em 2016, em um evento organizado pela profa. Flávia Teixeira da Universidade Federal de Uberlândia. Como a gravação não foi feita pensando em publicar em um podcast, a qualidade do som não é perfeita e há uma série de ruídos ou barulhos da plateia.

É claro que o que vocês ouvirão é apenas um recorte de quem foi a Fernanda, a partir dos meus encontros com ela. Eu era um estudante de doutorado pesquisando o movimento trans e Fernanda, uma das ativistas centrais daquele movimento. Ela foi uma figura importante nessa minha trajetória, não apenas pelo local que ocupava no movimento, mas também pelo conteúdo de suas falas, por nossas conversas e trocas de carinho. Fernanda era extremamente inteligente, alegre, enérgica e dona de uma personalidade forte. Mesmo sem querer acabava por se destacar nos lugares. Não se calava quando via ou ouvia algo que não concordava, mesmo quando sabia que suas posições eram consideradas polêmicas ou controversas. Nossas conversas eram intensas, Fernanda discordava radicalmente de várias das minhas ideias e aprendi muito com essas discussões.

Tenho insistido em minhas produções que o conhecimento não é produzido apenas nas universidades e espaços formais de saber. Fernanda e o movimento trans produziram e ainda produzem muito conhecimento. Espero que com esses pedacinhos áudio eu possa honrar a sua história e compartilhar com vocês o conhecimento que ela ainda tem a nos passar.

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#31 Benedito Medrado – Ativismos e estudos de masculinidades no Brasil

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Depois de um período de férias, retornarmos as atividades e com mais energia do que nunca. Para começar 2020, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Essa semana, Regina Facchini conversou com Benedito Medrado que é professor do Departamento de Psicologia da UFPE. A conversa costurou um balanço dos estudos de masculinidade do Brasil com a história do Instituto Papai, uma organização pioneira nos trabalhos sobre masculinidades na América Latina e que no último 10 de janeiro comemorou 23 anos de atuação.

Antes de passar para nossa conversa, temos alguns lembretes e avisos. Em 2020, continuaremos publicando nossos episódios quinzenais às quartas-feiras. Nosso trabalho é e sempre será disponível gratuitamente para todas as pessoas. Se você gosta dos nossos episódios, ajude compartilhando com amigos e amigas, comentando nas redes sociais ou se tornando um dos nossos financiadores. Você encontra mais informações na aba apoie de nosso site.

O Larvas faz parte do Portal Desaprender, uma rede de podcasts que abordam o tema da educação por diversas perspectivas. Além de nós, integra o Desaprender o Entre Fraldas e o Dadtalks, dois podcasts sobre paternidade e que tem tudo a ver com esse nosso episódio.

Também fazemos parte da recém criada rede LGBTPodcasters para fortalecer e divulgar podcasts feitos por e para pessoas LGBT. Procure pela #lgbtpodcasters nas redes sociais para encontrar os conteúdos de nossos podcasts parceiros.

Por fim, gostaríamos de agradecer publicamente ao Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (NEPEM) da UFMG e o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da UNICAMP. A parceria com esses núcleos tem sido fundamental para o sucesso de nosso podcast.

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#30 Maíra Moreira – O feminismo é feminino?

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Nessa semana, conversamos com Maíra Marcondes Moreira que é psicóloga, mestra em psicologia pela UFMG e doutoranda em processos psicossociais pela PUC Minas. Nossa conversa foi sobre seu livro O Feminismo é Feminino? A inexistência da mulher e a subversão da identidade, publicado pela editora Annablume.  Com essa pergunta instigante e com diversos sentidos possíveis, Maíra se propõe a fazer uma aproximação entre a psicanálise lacaniana, em especial a noção de feminino em Lacan, com a teoria queer da filosofa feminista Judith Butler. É um trabalho que busca, a partir dessa dupla aproximação, repensar os modos contemporâneos de se fazer política e expandir os nossos horizontes de possibilidades.

O livro de Maíra pode ser comprado no site da editora.

Avisos

Com esse episódio, nos despedimos de 2019. Foi um ano muito intenso para nós. Foram 28 episódios, divulgando algumas das melhores pesquisas recentes em gênero e sexualidade. Alcançamos todos os estados do Brasil e mais de 14 países estrangeiros. E isso só em nosso primeiro ano de existência. Agora, vamos dar um pequeno intervalo para descansar, mas não se esqueçam da gente! Em janeiro retornaremos com novos episódios para vocês.

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#29 Gabriela Calazans – As políticas de aids fracassaram?

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Essa é a segunda parte de nossa conversa com a Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Se você ainda não escutou a primeira parte, corre e escuta porque a Gabriela nos contou sobre a história da epidemia e das políticas da aids no Brasil. Agora nessa parte, vamos aprofundar na análise que a pesquisadora desenvolveu em sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. É um trabalho muito rico que ajuda a avançar na nossa compreensão das políticas públicas para HIV e Aids no Brasil, permitindo observar com clareza alguns aspectos em que a política fracassou e aprimorá-la.

Você pode baixar gratuitamente o trabalho da Gabriela em: http://bit.ly/2RCsNwW

Antes de passar para o episódio, temos um anúncio. Nós já usávamos a #lgbtpodcasters para divulgar nossos episódios, agora, inspirados pelas mulheres podcasters estamos buscando ir além da hashtag e construir uma rede de apoio entre podcasters LGBT. Procure por lgbtpodcasters em todas as redes sociais para conhecer mais do nosso trabalho. Além disso, se você é uma pessoa lgbt que produz conteúdo em podcast, vem colar com a gente nessa iniciativa e use a #lgbtpodcasters para divulgar seu conteúdo.

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#28 Gabriela Calazans – História das políticas de Aids no Brasil

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Conversamos com Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga, mestra em psicologia e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Atualmente, é pesquisadora vinculada ao Laboratório Processamento de Dados Biomédicos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. Tivemos um papo tão gostoso e importante que acabou durando horas. E aí, resolvemos dividir a conversa em dois episódios especiais que integram nossa campanha para o Dezembro Vermelho contra à AIDS. No episódio de hoje, Gabriela vai nos contar sobre a história das políticas de prevenção ao hiv e aids no Brasil. História essa que fez parte da sua vida e também da sua pesquisa de doutorado. No próximo episódio, adentraremos na maneira como ela analisa criticamente como essas políticas tem funcionado.

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#27 Néstor Perlongher – O negócio do michê, com Julio Simões

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No episódio de hoje, Regina Facchini entrevistou Júlio Simões, que é antropólogo, professor da Universidade de São Paulo e pesquisador do NUMAS  – Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença. A conversa foi sobre o clássico livro O Negócio do Michê, do poeta e antropólogo argentino Néstor Perlongher. Entre os anos de 1982 e 1985, Perlongher se jogou nas ruas de São Paulo para etnografar a prostituição viril que ali ocorria, buscando analisar as dinâmicas de poder e desejo que atravessavam essa prática, além dos processos de territorialização e desterritorialização do espaço urbano, dos corpos e das identidades. Esse rico trabalho até hoje influencia diversos campos do saber como a antropologia urbana e os estudos de gênero e sexualidade.

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